Não é nada extraordinário, digno da sua admiração,
Sábado eu fui assistir ao amistoso de vôlei feminino Brasil X USA. Eu sempre odiei com todas as minhas forças as aulas de educação física, mas sempre gostei de estar no meio da torcida gritando e fazendo escândalo. O fato é que eu fui e fiquei bem na grade! Não era um bom lugar pra se ver o jogo, ficava atrás da linha de fundo, mas era onde as jogadoras ficavam aquecendo e era MUITO perto de mim, em alguns momentos se eu esticasse o braço eu relava na Sheilla!
Não sei se as pessoas ao meu lado eram mesmo muito frias, ou se estavam super acostumadas a manter essa distância da Sheilla e da Sassá e continuavam acompanhando o resto do estádio que gritava apenas "Brasil ê ô". O fato é que eu não estava nada acostumada e gritei muito alto o nome da Sheilla. Ela virou pra trás, me achou, sorriu e deu um tchauzinho! Se eu tivesse ido embora nessa hora, minha noite já estaria ganha, mas isso se repetiu com a Sassá, Dani Lins, Fabiana (não a Fabi) e Adenizia (das duas últimas eu nem sabia da existência).
Aí os times trocaram de lado e as americanas (que não tinham 1 m² de torcida no estádio) vieram. Eu, que já tinha atingido o Nirvana, comecei a gritar USA no lugar de Brasil, e simples expressões de motivação, já que meu inglês não é lá grande coisa. Aí pronto, ganhei a simpatia das americanas, que agradeciam com sorrisos, coraçõezinhos com as mãos, "paz e amor" e "thank you". Dentre elas preciso destacar a Kimberly Glass que ao final do jogo, depois do alongamento veio correndo ME abraçar! Quase tive um infarto do miocárdio ali mesmo, mas não foi dessa vez.
Valeu, Glass!
